Se você já fez uma longa viagem de avião, sabe o quanto é importante dormir durante o trajeto, mesmo se for por poucas horas. O que muitos não sabem é que até a tripulação pode descansar durante determinados períodos. Em alguns casos, inclusive em quartos “secretos”, como os dos Boeing 777 e 787.
O site Business Insider fez uma compilação de imagens de como são essas cabines de descanso em alguns modelos de aeronaves (um verdadeiro desespero para os claustrofóbicos):
– A localização dos quartos depende do modelo do avião. Geralmente, ficam em cima das poltronas da primeira classe, como no Boeing 777.
Crédito: Boeing
Escadas secretas levam a tripulação até as cabines de descanso. Os degraus ficam escondidos próximos do cockpit e normalmente é preciso de uma senha para abrir a porta.
Crédito: TravelSkills.com
Os quartos são pequenos, sem janelas e com sete ou oito camas, dependendo do modelo do avião. A imagem abaixo é do Boeing 787 Dreamliner. As camas possuem luzes de leitura, ganchos e espelhos. Normalmente, trazem cobertores, travesseiros e até pijamas.
Crédito: Getty Images
Em cada quarto, pode caber de seis a dez beliches, dependendo da companhia aérea. O local também oferece espaço para armazenar itens pessoais de cada membro da tripulação.
Crédito: Boeing
As camas geralmente medem 1,82 m de comprimento por 80 cm de largura e são separadas por pesadas cortinas com o objetivo de abafar o som.
Crédito: Martin Deutesch/Flickr
No A380 da Malaysian Air, as camas ficam em pequenos compartimentos empilhados uns em cima dos outros.
Crédito: AirlineReporter.com
Enquanto muitos quartos parecem ser claustrofóbicos, a cabine do Airbus A380 parece ser bastante confortável.
Crédito: AirlineReporter.com
Sete segredos que os pilotos de avião não costumam confessar
1. O sinal do cinto de segurança não é sua maior prioridade
"Esquecemos do sinal de apertar o cinto de segurança com frequência.
Apesar de às vezes ficar aceso durante 45 minutos, simplesmente nos
esquecemos dele. Alguns pilotos inclusive deixam o sinal de apertar o
cinto durante todo o voo", conta um piloto anônimo no fórum de perguntas
e respostas Quora.
2. As turbulências lhes parecem relativas
Patrick Smith afirma em Ask the Pilot que, na realidade, o avião quase não se desloca de sua rota quando cruza turbulências. "A maioria dos acidentes ocorre na decolagem e na aterrissagem", contava um usuário de Quora ao longo desse comentário. "O avião não vai cair quando atravessa céus agitados", conclui. Melhor.
3. Não tomam café
O mesmo piloto anônimo que confessava sua má prática com o cinto de segurança também oferecia em Quora um conselho que, a partir de agora, muitos saberão apreciar: é melhor não provar o café que se serve a bordo. As razões? O piloto conta que a água potável servida no avião "é péssima", já que é tratada com produtos químicos para prevenir que "floresçam coisas feias. O mau sabor do café não é do café, são esses produtos químicos".
4. No pior dos casos, ainda há 15 minutos de oxigênio
Em Reddit, um piloto explicou que a máscara de oxigênio com que conta cada passageiro no caso de despressurização da cabine só tem capacidade para oferecer 15 minutos de oxigênio. É o tempo de que o piloto precisa para baixar até uma altitude em que os passageiros possam respirar sem complicações.
5. Costumam ser atingidos por raios
Pelo menos uma vez por ano um avião sofre os efeitos dos raios. "Meu pai foi piloto durante 20 anos, e ao que parece, os aviões são sacudidos por relâmpagos o tempo todo", conta um usuário do Reddit. Ele não explica que os aviões estão preparados para esse tipo de incidente.
6. Levam muito a sério o cardápio de bordo
Na hora da comida, o piloto e o copiloto recebem cardápios diferentes e é proibido dividir os pratos. Essa norma deve ser cumprida à regra pelo bem de todos: no caso de um deles se sentir mal, o outro estaria em condições de continuar o voo. No Reddit também indicam que geralmente é proibido levar a comida que sobra, mesmo que às vezes façam vista grossa, como rebate um usuário online.
7. Não é preciso desligar os celulares no voo
A partir de 2014, não é preciso que desliguemos os telefones celulares quando voamos, mas parece que, na realidade, isso nunca foi necessário. Eles são muito incômodos, pois provocam interferências no sistema de controle do piloto. Ou, pelo menos, no caso de todos os passageiros começarem a enviar mensagens. Em Quora, um usuário afirma que inclusive os pilotos usam seus telefones quando sua via de comunicação não funciona.
2. As turbulências lhes parecem relativas
Patrick Smith afirma em Ask the Pilot que, na realidade, o avião quase não se desloca de sua rota quando cruza turbulências. "A maioria dos acidentes ocorre na decolagem e na aterrissagem", contava um usuário de Quora ao longo desse comentário. "O avião não vai cair quando atravessa céus agitados", conclui. Melhor.
3. Não tomam café
O mesmo piloto anônimo que confessava sua má prática com o cinto de segurança também oferecia em Quora um conselho que, a partir de agora, muitos saberão apreciar: é melhor não provar o café que se serve a bordo. As razões? O piloto conta que a água potável servida no avião "é péssima", já que é tratada com produtos químicos para prevenir que "floresçam coisas feias. O mau sabor do café não é do café, são esses produtos químicos".
4. No pior dos casos, ainda há 15 minutos de oxigênio
Em Reddit, um piloto explicou que a máscara de oxigênio com que conta cada passageiro no caso de despressurização da cabine só tem capacidade para oferecer 15 minutos de oxigênio. É o tempo de que o piloto precisa para baixar até uma altitude em que os passageiros possam respirar sem complicações.
5. Costumam ser atingidos por raios
Pelo menos uma vez por ano um avião sofre os efeitos dos raios. "Meu pai foi piloto durante 20 anos, e ao que parece, os aviões são sacudidos por relâmpagos o tempo todo", conta um usuário do Reddit. Ele não explica que os aviões estão preparados para esse tipo de incidente.
6. Levam muito a sério o cardápio de bordo
Na hora da comida, o piloto e o copiloto recebem cardápios diferentes e é proibido dividir os pratos. Essa norma deve ser cumprida à regra pelo bem de todos: no caso de um deles se sentir mal, o outro estaria em condições de continuar o voo. No Reddit também indicam que geralmente é proibido levar a comida que sobra, mesmo que às vezes façam vista grossa, como rebate um usuário online.
7. Não é preciso desligar os celulares no voo
A partir de 2014, não é preciso que desliguemos os telefones celulares quando voamos, mas parece que, na realidade, isso nunca foi necessário. Eles são muito incômodos, pois provocam interferências no sistema de controle do piloto. Ou, pelo menos, no caso de todos os passageiros começarem a enviar mensagens. Em Quora, um usuário afirma que inclusive os pilotos usam seus telefones quando sua via de comunicação não funciona.
Fonte: UOL
Voo Varig 967: o mistério do avião brasileiro que desapareceu para sempre
Saiba mais sobre o sumiço de aeronave que até hoje é considerado como um dos mais intrigantes da história da aviação mundial
Como você sabe, o misterioso desaparecimento do voo MH370 da companhia Malaysia Airways está dando o que falar e, até o momento da publicação desta matéria, seu paradeiro continuava sendo desconhecido. Contudo, apesar de o sumiço de aeronaves ser algo bem raro, isso não significa que não existam casos que jamais foram solucionados. Aliás, um deles ocorreu em 1979 e envolveu um avião brasileiro.
O voo 967 da Varig decolou no dia 30 de janeiro do aeroporto de Narita, em Tóquio, e faria uma escala nos EUA antes de pousar em seu destino final, no Rio de Janeiro. Entre outros itens, o cargueiro — um Boeing 707-323C — transportava 153 quadros do pintor Manabu Mabe que haviam ficado em exposição no Japão e, na época, as obras foram avaliadas em US$ 1,24 milhão.
Desaparecimento
O comandante da aeronave, Gilberto Araújo da Silva, contatou a torre de controle 22 minutos após a decolagem para informar que tudo transcorria bem. Mas um segundo contato deveria ter sido realizado uma hora mais tarde, e isso nunca aconteceu. O avião simplesmente desapareceu de todos radares.O avião da Varig desapareceu sem deixar vestígios enquanto sobrevoava o Oceano Pacífico após ter partido do Japão e, apesar das intensas buscas realizadas na área, as equipes jamais encontraram nenhum corpo, parte da fuselagem, manchas de óleo ou destroços que dessem alguma pista do que possa ter acontecido. Além do comandante, outras cinco pessoas faziam parte da tripulação.
Teorias
Os investigadores concluíram na época que a aeronave caiu no Oceano Pacífico aproximadamente 45 minutos após a decolagem devido a uma despressurização. Contudo, como sempre acontece nesses casos, várias teorias da conspiração foram formuladas para tentar explicar o sumiço do voo 967. Uma hipótese levantada foi a de sequestro a mando de colecionadores de arte, pois a aeronave transportava obras valiosas no porão.
Contudo, nenhum dos quadros apareceu até hoje. Outra teoria foi a de que o Boeing teria sido abatido pelos soviéticos por supostamente estar transportando um caça russo desmontado aos EUA ou, ainda, que, ao sobrevoar a costa da Rússia, o avião teria sido forçado a aterrissar e a tripulação foi assassinada. E, evidentemente, também existem as hipóteses de que a aeronave foi abduzida por extraterrestres ou atravessou um portal para outra dimensão.
Entretanto, entre as teorias mais plausíveis está a de que, após o avião da Varig alcançar a altitude de cruzeiro, a despressurização da cabine teria sufocado a tripulação. Assim, eles teriam voado durante horas com o piloto automático até a aeronave ficar sem combustível e despencar em algum lugar muito distante das áreas nas quais as buscas foram conduzidas.
Fato curioso
Além de o sumiço do voo 967 da Varig ter se tornado um dos maiores mistérios da história da aviação mundial, o comandante Araújo também ficou conhecido por ser um dos raros pilotos envolvidos em dois acidentes com vítimas fatais. Isso porque, alguns anos antes do desaparecimento da aeronave, o comandante evitou uma enorme tragédia na França.O avião que pilotava — que havia partido do Rio de Janeiro com destino a Paris — entrou em chamas e, para evitar que a aeronave caísse no meio da cidade e, assim, provocasse um estrago maior e com mais vítimas, Araújo informou a torre de controle sobre a situação, mudou a rota e caiu sobre uma plantação de cebolas nos subúrbios da capital. O acidente deixou 123 mortos, e o comandante foi condecorado como herói nacional na França.
Fonte: Aviation Safety Network, O Globo, Mini Lua
Mistérios da Segunda Guerra Mundial
Conheça algumas histórias que surgiram durante o conflito histórico e que jamais foram explicadas.
A Segunda Guerra Mundial — batalha que durou de 1939 a 1945 — foi o conflito mais abrangente da história, envolvendo as principais potências mundiais da época e mudando o panorama político e a estrutura social do planeta. Mais de 100 milhões de militares participaram dela, e foi durante essa guerra que as bombas nucleares foram utilizadas pela primeira (e única) vez em combate.A Segunda Guerra Mundial também foi o conflito mais sangrento da história da humanidade, ficando marcada pelo constante ataque a civis e o holocausto, tendo como resultado entre 50 e 60 milhões de mortes. Contudo, durante a guerra também ocorrerem alguns incidentes bizarros, que nunca ninguém conseguiu explicar direito. O pessoal do site io9 reuniu alguns desses mistérios em um interessante artigo, que você pode conferir a seguir:
O desaparecimento do Voo 19
Conhecido como um dos incidentes mais misteriosos de todos os tempos, o desaparecimento do Voo 19 continua a intrigar os historiadores até hoje. Alguns meses depois do fim da guerra, durante um treinamento no Atlântico que envolveu cinco aviões torpedeiros TBF Avenger da Marinha dos EUA, todas as aeronaves — e 14 pilotos — desapareceram sem deixar vestígios. Aparentemente, o acidente pode ter ocorrido devido a uma infeliz combinação de fatores.O líder da operação, o tenente Charles Taylor, era conhecido por se perder facilmente enquanto voava, e durante o fatídico dia ele comunicou por rádio que as bússolas não estavam funcionando. Os investigadores chegaram a atribuir a responsabilidade do acidente à má liderança de Taylor, mas como os destroços nunca foram encontrados — e também devido às pressões por parte da família do piloto —, a causa oficial do acidente foi definida como “desconhecida”.
Foi então que jornais e publicações de todo o mundo começaram a incluir elementos sobrenaturais à história, como premonições trágicas e estranhas transmissões de rádio, tornando o caso um dos mais documentados da história do Triângulo das Bermudas. E como até hoje nenhuma das aeronaves foi encontrada, o desaparecimento da esquadrilha continua sendo — tecnicamente — um grande mistério.
Aeronaves-fantasma
Mesmo depois do fim da guerra — décadas depois —, ainda existem relatos sobre o avistamento de aviões dessa época, e até de esquadrilhas inteiras, que surgem do nada e desaparecem em seguida. Muitas dessas histórias incluem detalhes sinistros, como pilotos com semblantes tristes acenando para os vivos, aviões que pousaram sem ninguém em seu interior, e aeronaves com os tanques vazios que surgiram com toda a tripulação morta a bordo.Uma das lendas mais famosas é a de um avião norte-americano que surgiu na costa da Califórnia várias horas após o ataque a Pearl Harbor, visivelmente avariado e deixando um rastro de fumaça. Testemunhas afirmaram ter visto o piloto a bordo, mas, depois que a aeronave caiu, nenhum corpo jamais foi encontrado entre os destroços.
Fonte: io9. Brasil escola
Vídeo mostra quantos aviões atravessam o Atlântico Norte em 24 horas
Este vídeo produzido pela NATS, uma das maiores controladoras de tráfego aéreo do mundo localizada no Reino Unido, mostra todos os aviões que atravessam o Atlântico Norte durante um período de 24 horas. O foco está nas quatro grandes zonas de passagem da região, que são medidas de acordo com os aeroportos de origem.
O vídeo é feito em cima de um modelo tridimensional da Terra no qual os aviões são representados por pontos luminosos atravessando o mapa. Tudo parece se assemelhar um pouco com certos jogos de guerra no qual as nações do mundo trocam tiros e mísseis entre si.
Muitas pessoas afirmam que ser operador de tráfego aéreo é a profissão mais estressante do mundo, este vídeo nos faz ter uma ideia melhor do porquê de tanto nervosismo.
FontesVimeo
O que aconteceu com as bandeiras deixadas na Lua?
Por: Matt Blitz - TodayIFoundOut.com
25 de junho de 2014 às 9:26
Em 10 de julho de 1969, a Apollo 11 desceu na Lua. Às 10:56 da noite, no horário da Costa Leste dos EUA, Neil Armstrong realizou seu feito. Com as imortais palavras “É um pequeno passo para o homem, mas um grande passo para a humanidade” (ou alguma coisa assim), Armstrong se tornou o primeiro humano a pisar num corpo celeste. Pouco depois, Buzz Aldrin se juntou a ele em solo alienígena. Os dois gastaram as próximas duas horas e meia explorando, tirando fotos e coletando amostras da Lua.
Mas antes de voltar à Terra, a Apollo 11 deixou provas de que estivemos na Lua. Além de pegada de Armstrong e de um monte de lixo, os astronautas fincaram no chão um poste com uma bandeira dos EUA feita de nylon, que media 90 centímetros por 1,5 metro. As missões Apollo que foram à Lua depois fizeram a mesma coisa. Mas o que aconteceu com essas bandeiras? Elas ainda estão lá? Elas ainda existem depois de quase meio século na superfície da Lua?
MAIS: Por que o pouso lunar nunca poderia ter sido forjado
Aldrin disse que viu a bandeira da Apollo 11 ser derrubada pela explosão do foguete, quando o motor ligou e a nave foi embora da Lua. Além disso, acreditava-se que haveria poucas chances de a bandeira sobreviver no ambiente inóspito da Lua. Com a poeira extremamente abrasiva e os raios ultravioletas do Sol sem nenhum filtro, o mais provável é que a bandeira rapidamente se tornasse branca e, em seguida, se desintegrasse.
Na verdade, a bandeira não foi feita para durar muito. Ela foi comprada da Annin, a mais antiga empresa do ramo de bandeiras dos EUA, por US$ 5,50 (o que daria mais ou menos US$ 35 hoje). Feita de nylon comum, a bandeira não foi pensada para sobreviver na Lua por muito tempo. Em 2008, Dennis Lacarrubba, um empregado da Annin, disse à Air & Space Smithsonian que ele não “acreditava ainda existir algum resquício da bandeira. Tenho que ser honesto com você. A bandeira deve ter virado cinzas”.
Cinco outras bandeiras foram fincadas no solo da Lua durante as missões Apollo 12, 14, 15, 16 e 17, mas nunca se falou muito sobre elas. A Apollo 13 nunca chegou à Lua por motivos que você deve conhecer. Essas bandeiras também não foram feitas para sobreviver na lua: elas eram comuns, do tipo que qualquer um poderia comprar.
A Apollo 17, lançada em 7 de dezembro de 1972, levou aqueles que seriam os últimos seres humanos a pisar na Lua. Enquanto o astronauta Eugene Cernan e o geologista Harrison “Jack” Schmitt colocavam uma bandeira na superfície lunar, Cernan aparentemente disse, brincando, que se ele conseguisse enterrar a bandeira fundo o suficiente, ela poderia durar milhões de anos.
Embora nenhum humano tenha andado na Lua desde 1972, vários satélites enviados por muitas nações orbitaram a Lua e a fotografaram. Depois que a tecnologia avançou e a qualidade das fotos aumentou, várias partes da superfície da Lua foram vistas em detalhes pela primeira vez desde 1972.
O que nos traz a 2012. A Lunar Reconnaissance Orbiter Camera, ou LROC, foi lançada em junho de 2009. Ela passou três anos orbitando a Lua e tirando fotos com uma câmera de alta resolução. Em 2012, as imagens enviadas pela LROC confirmaram que as bandeiras da Apollo 11 e da Apollo 15 não só tinham sobrevivido, como ainda estavam de pé.
Ao olhar para as fotos em diferentes momentos do dia, o movimento das sombras confirmou que as bandeiras ainda estão lá. Acredita-se que a da Apollo 15 ainda está de pé, como mostram as imagens de momentos depois da partida dos astronautas. No entanto, as imagens da LROC não mostram sombras distintivas para ela, ao contrário do que as imagens dizem sobre as outras. Mesmo assim, como as outras bandeiras parecem ter sobrevivido e ainda estarem de pé depois de os astronautas terem ido embora, há pouca razão para acreditar que a bandeira da Apollo 15 tenha se desintegrado. E é possível que a bandeira da Apollo 11 ainda exista, só que caída na superfície lunar.
E sobre as condições das bandeiras? O consenso geral é que elas provavelmente foram perdendo suas cores até ficarem brancas.
A LROC também foi capaz de documentar outras coisas deixadas para trás pelas várias missões Apollo, como trilhas feitas por astronautas, mochilas e rovers. Como a tecnologia não para de avançar, em breve poderemos ver as bandeiras e confirmar o estado delas com exatidão, em vez de precisar confiar nos movimentos das sombras.
Bônus:
- Buzz Aldrin foi a primeira pessoa a fazer xixi na superfície da Lua.
- O nome de solteira da mãe de Buzz Aldrin era Marion Moon.
- Estima-se que haja cerca de 200 toneladas de lixo espacial deixado na superfície da Lua por humanos. Esse lixo inclui desde lixo high-tech, como sondas lunares e mochilas descartadas, até urina e fezes de astronautas. Também há coisas que foram deixadas por lá de propósito: o suporte dourado da Apollo 11 e uma urna com a cinzas do geólogo planetário Eugene Shoemaker. Os aparelhos auto-refletores das Apollo 11, 14 e 15 também ficaram na Lua. Eles são usados em conjunto com um laser para dizer com extrema precisão o quão longe da Terra a Lua está em determinado momento.
- Entre as coisas deixadas de propósito na Lua pela Apollo 11 está um distintivo que comemora a primeira missão Apollo. Durante os exercícios de treino, menos de um mês antes do lançamento previsto, houve um teste de lançamento e ocorreu um incêndio no módulo da cabine principal. Os três astronautas a bordo, Gus Grissom, Ed White e Roger Chaffee, morreram. Enquanto se tentava descobrir o que havia acontecido, a NASA suspendeu todas as missões tripuladas por vinte meses. Durante esse tempo, não se sabia o programa espacial conseguiria sobreviver. Eventualmente, o fogo foi atribuído a uma série de falhas no projeto do módulo.






